Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau

Dream about saving money?

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt.

SlideShow

A A A

No quadro de cumprimento da recomendação emanada, pelo Comité ministerial de seguimento da CEDEAO, no ponto 10º do comunicado do dia 30 de janeiro, foi realizada, hoje 04 de fevereiro, na CNE, a verificação de consolidação nacional de dados, através das atas de apuramentos regionais.

O chefe da missão de observadores eleitorais da Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO), o antigo primeiro-ministro maliano, Soumeylou Maiga,  “vigiou de perto” o processo de verificação e consolidação dos resultados da segunda volta das presidenciais na Guiné-Bissau.

Estiveram presente na sala de reuniões da CNE, vários elementos indicados pela CEDEAO que assistiram também os trabalhos do processo de verificação e consolidação dos resultados da segunda volta, nomeadamente o comandante das forças da ECOMIB, o coronel David Kadre, do Burkina Faso, o representante da CEDEAO em Bissau e Blaise Diplo, da Costa do Marfim e ainda dois peritos informáticos e especialistas em matéria eleitoral indicados pela CEDEAO.

Os dois candidatos que disputaram a segunda volta das eleições presidenciais, Umaro Sissoco Embalo e Domingos Simões Pereira, foram representados pelos mandatários, Vença Gomes e Mário Lino da Veiga, respetivamente.

Também se encontravam na sala os membros do secretariado executivo da CNE (PR José Pedro Sambú, Mpabi Cabi e Idrissa Djaló) bem como os presidentes e os respetivos membros das nove Comissões Regionais de Eleições (CRE's). Foram analisadas “ata por ata” e desta forma a verificar se os resultados anunciados no dia 01 de janeiro, correspondem ou não à realidade.

A CEDEAO deu na semana passada um prazo até 07 de fevereiro à CNE para cumprir a ordem dada pelo Supremo Tribunal de Justiça da Guiné-Bissau para tentar acabar com a crise política gerada pela contestação dos resultados das presidenciais.

Domingos Simões Pereira contestou os resultados da CNE, que deram a vitória a Sissoco Embalo, e o Supremo ordenou que fosse feito um novo apuramento nacional dos resultados.